quarta-feira, 13 de abril de 2016

A educação como alicerce de vida

No inicio de cada ano letivo todas as crianças e jovens de idade escolar, independente de classe social, deveriam estar matriculados e frequentado bons colégios da rede pública ou privada. Uma parte dessa clientela já deve estar encaminhada. Mas por onde andam os demais, aqueles que tanto ou mais necessitam da educação escolar? Quem, realmente, se preocupa com esses cidadãos em formação? Desorientados, eles caminham por aí afora... Até assustam com atitudes ousadas. E quando chegam à escola, muitas vezes se evadem. Como mudar este triste panorama?
Tudo é muito complexo. Antes,  é bom lembrar que a escola e os educadores não são santos milagreiros. E um toque de magia não resolverá o problema. Além do mais, o gripo pela qualidade da educação não pode persistir ecoando em chavões e propagandas desconexas da realidade, nem em legislação defasada; o pior, nem sempre cumprida. Enquanto permanecemos apáticos diante desse grave problema social, a educação não passará em discurso vazio, desviado de seus reais objetivos.
Em pleno século 21, planejadores e executores da educação não podem ficar na política do "faz de conta"... Não dá para aceitar pais dormindo às portas de colégios públicos, implorando vagas para seus filhos. Chega de humilhação! Enquanto na educação pública há tanta falta de recursos e mesmo de estímulo à frequência, a mídia nos mostra, a cada novo dia, a listagem de corruptos invasores do patrimônio público aumentando... Até mesmo verbas destinadas à merenda escolar são surrupiadas. A realidade assusta, agride e desafia.
Diante da tamanha aberração, pesquisa e planejamento educacional, com resultados divulgados, sistemática e publicamente, deveriam ser constantes concomitantes. Não se trata de pesquisa de mercado, mas pesquisa visando motivar a curiosidade científica para a abertura de novos atalhos crítico-criativos, na busca de respostas convincentes... Uma busca envolvendo e exigindo não apenas de educadores bem como de autênticos líderes representantes do poder público alicerçar-se na realidade.
O fluir de um perfil reflexivo, atualizado, embasado em dados reais, possibilitará redelinear o caminho... Quem sabe o caminho ideal? Verbas específicas nas mãos de competentes e honestos administradores frutificarão, sobretudo, quando reconhecerem "o aprimoramento e direito à educação como alicerce de vida...

Texto retirado do Jornal Notícias do Dia - Joinville, quarta-feira, 13 de abril de 2016.
Autora: Maria Aparecida Lemos Silva - Doutora em Educação.

Vamos repensar um pouquinho...

Repensar a Educação é pensar em estratégias e soluções para transformar o ensino e a aprendizagem em saberes significativos para o educando. É sobre tudo, saber que tipo de escola eu sou e qual a escola eu quero ser. Que aluno eu tenho e que aluno eu quero formar. São indagações que todos os que estão envolvidos diretamente com a educação na escola, devem fazer continuamente, para que o ensino realmente aconteça. Para que o Pedagogo e o Educador, através dessa reflexão, possar realmente formar cidadãos críticos, participativos, capaz de ser inserido ao mercado de trabalho e ser útil para a sociedade.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

CONAE 2014 - II CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO


No dia 24 de abril, quarta-feira, será realizada a primeira etapa desta Conferência. Todas as escolas e CEIs irão paralisar suas aulas neste dia, para discutir o Documento Referência da CONAE 2014.

Esta paralisação será estadual e todas as instituições públicas do Estado realizarão assembleia neste dia. 
Cada escola mobilizará, neste dia, pais, comunidade, representantes dos alunos, funcionários e professores.
Será o Dia da CONAE na Escola! Será a primeira etapa da III Conferência Municipal de Educação de Joinville e neste momento serão elegidos os delegados que irão participar das próximas etapas e da plenária final, que será realizada nos dias 27 e 28 de maio.

O tema da Conferência é justamente: “O Planohttp://adf.ly/1GVTzv Nacional de Educação na Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração.”

quarta-feira, 16 de março de 2011

APRENDER A PENSAR

Nessa nova era que se vive, as escolas de ensino, não fazem mais os alunos pensarem e terem idéias. A educação está fraca com relação há alguns 30 anos, principalmente em escolas púbicas. Os professores estão largando as informações nas salas de aulas e não fazem os alunos pensarem e refletirem sobre determinado assunto. "A avalanche de informações e conhecimentos que hoje ameaça soterrar cada indivíduo faz com que não exista tempo, nem disposição, para saborear idéias ou refletir sobre suas implicações" (APRENDER, 2002).
A capacidade de pensar, com clareza e com espírito crítico, deveria ser matéria principal nas instituições de ensino, devendo ser ensinada de forma formal e diretamente. "Os objetivos da escola devem estar voltados para o desenvolvimento do pensamento" (APRENDER, 2002).
A escola deve direcionar a mente dos alunos para desenvolver críticas de pensamentos, para que assim, esses alunos possam ver as coisas com mais clareza, sempre pensando e questionando antes de tomar qualquer atitude, pois o poder de pensar é possível de ser desenvolvido em direção a sua excelência, quando submetido à investigação filosófica, o questionamento.
O ato de pensar bem é uma associação dos aspectos críticos e criativos do pensamento. É o complemento fundamental que uma pessoa pode ter para sobreviver, com olhos críticos e objetivos criativos. Desta forma, a pessoa enfrenta qualquer obstáculo ou necessidade.
Aquela pessoa que tem o pensar crítico das coisas buscará sempre a verdade de tudo, porque analisará os fatos ocorridos e as falhas constantes para ter uma base em sua crítica, lembrando que essa pessoa nunca tomará qualquer decisão por tomar, sempre analisará tudo primeiro. O bom pensamento tem por processo a criatividade e racionalidade das coisas, que permite expandir as clarezas dos fatos quando relacionados.
As intituições de ensino formam hoje, jovens cidadãos sem conhecimento nos seus direitos, alienados com a vida que enfrentam quando saem do segundo grau e descobrem que não aprenderam como pensar sobre as decisões que deverão tomar.
A educação tradicional, implantada nas instituições de ensino, não forma mais jovens pensadores e críticos, pelo constrário, tem o objetivo de formar jovens globalizados, com conhecimento no mundo de hoje, mas, no entanto, somente conseguem formar cidadãos soterrados de informações, sem saber lidar com elas.
O professor ou educador tem a função de facilitar as informações, de auxiliar, orientar e até dar suporte necessário para o aluno aprender a construir o seu conhecimento, mas de certa forma, este papel vem sendo mudado, pois os professores só passam as informações para os alunos sem fazê-los questionar sobre o assunto. Então esses jovens alunos não conseguem construir seu próprio pensamento, a sua filosofia, tornando-se necessário até mesmo para o mercado de trabalho.
A educação deve se importar com esses jovens que estão frequentando as salas de aula, para fazer deles cidadãos criativos e participativos. O ato de pensar desenvolve a criatividade o senso crítico da pessoa. Por isso, deve-se introduzir esse processo de "aprender a pensar" nas salas de aula, para tornar esses jovens em cidadãos capazes de formarem a sua própria história. "Cabe a educação transformar esses jovens talentosos e curiosos, que temos em nossas salas de aula, em futuros cidadãos participativos e capazes de pensar" (EDUCAÇÃO, 2002, p. 64).


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APRENDER a pensar não pode ser um sub-produto da educação. Disponível em:Acesso em: 06 abr. 2002.

EDUCAÇÃO. Rio de Janeiro, v. 10, n. 5, mar. 2002, p. 64.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

EDUCAÇÃO FISCAL

Conf. Decreto 315/2010 foi criado o Núcleo de Educação Fiscal em Joinville - SC.
O Núcleo é formado por funcionários públicos da Secretaria da Fazenda Municipal, com intuito de promover e institucionalizar a Educação Fiscal para o Pleno Exerxício da Cidadania.

domingo, 28 de junho de 2009

CONAE 2010 - CONSTRUINDO O SISTEMA NACIONAL ARTICULADO DE EDUCAÇÃO: O Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação

II Conferência Municipal de Educação de Joinville

Joinville (25/06/2009) - Secretaria de Comunicação (Prefeitura Municipal de Joinville)

A II Conferência Municipal de Educação realizada em Joinville nesta quinta-feira (25/06), na Univille, foi um sucesso. Durante todo o dia os grupos de trabalho contaram com participação efetiva de profissionais da educação e representantes da comunidade que formularam um documento onde constam as reivindicações daquilo que se conclui como fundamental para uma educação de qualidade. A base dos dez anos seguintes da educação é organizada a partir da conferência.

Na busca de um Sistema Nacional Articulado de Educação são realizadas conferências municipais, regionais, estadual e nacional. Os relatórios de cada conferência serão utilizados na elaboração do plano de educação para todo país.


Para o secretário de Educação, Marquinhos Fernandes, a realização foi positiva. "Nós conseguimos reunir aproximadamente dez mil pessoas que pararam para discutir a educação", destaca. Fernandes comentou ainda que pela primeira vez os Centros de Educação Infantil participam deste processo.

Os trabalhos iniciaram às 8h30 com a palestra sobre "Educação Básica: Permanência e sucesso" com a doutora em educação, Rosânia Campos. A abordagem do tema é uma reflexão para uma dificuldade que precisa ser sanada: fazer com que os alunos, ao ingressarem na escola, consigam
permanecer nela até a conclusão do ensino fundamental. Com isso, praticamente zerar os índices de evasão. E, isso deve ocorrer de uma forma em que o estudante tenha sucesso no seu aprendizado.

Em seguida, grupos de trabalho se reuniram para debater os seis eixos centrais da conferência: "O papel do Estado na garantia do direito à educação com qualidade": é uma reflexão para a melhoria de infraestrutura.
"A gestão democrática e a avaliação" precisam permitir - através da administração das escolas -que haja mais participação da comunidade. "O acesso, a permanência e o sucesso escolar dos alunos". Na rede municipal há o desafio de garantir uma qualidade para toda a rede e conseqüentemente a aprendizagem do aluno.

"A formação e a valorização dos profissionais" também esteve na discussão, bem como "o financiamento da educação e o controle social". Conforme a demanda pela escola pública aumenta é necessário um reforço nos investimentos. "A justiça social, educação e o trabalho tendo como conseqüência a inclusão, a diversidade e a igualdade de alunos" foram colocadas como os dos maiores desafios na contemporaneidade porque implicam em quebra de preconceitos, discussões e novas concepções.

A abertura oficial foi realizada nesta quarta-feira (24). A Câmara de Vereadores ficou lotada com mais de 400 pessoas que teve participação do prefeito Carlito Merss, do secretário de Educação, Marquinhos Fernandes, dos representantes do governo estadual, conselhos de educação e instituições de ensino.


Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/index.php

terça-feira, 11 de novembro de 2008

COMO ENSINAR?

Não exite uma forma única, padrão de como se deve ensinar, cada ser é diferente entre si, portanto, aprendemos cada um do seu jeito. Mas sujere-se que os educadores venham compartilhar os seus saberes entre si, debatendo os métodos que deram certo e os que não deram, para que todos possam saber lidar com os tipos de diferenças existentes em sua sala de aula, aproveitando-se das experiências dos outros. Cada escola, deve formular propostas adequadas para a sua realidade, por isso o professor deve estar atento para os seus alunos, sendo estes, todos diferentes, para desenvolver as potencialidade e habilidades de cada um. E como fazer isso? Dando liberdade ao docente de escolher os seus próprios métodos de ensino.

Ver: Fala Mestre - Edição 217 - out/2008. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0217/aberto/qualidade-educacao-exige-metas-ambiciosas-394729.shtml